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Curso de fotografia para pessoas com deficiência visual

Na primeira semana de maio, curso de fotografia para pessoas com deficiência Visual na ADEVA – Associação de Deficientes Visuais e Amigos - http://www.adeva.org.br

 

 

 

Inscrições e mais informações no e-mail do contato site Alfabetização Visual.

 

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Universidade de Harvard – Future of Learning –

Em julho/agosto de 2014.

 

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Teacher Institute – México

Workshop para professores Mexicanos e Norte-americanos no Teacher Institute da Habla.

 

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GENESIS de Sebastião Salgado

Oficinas para o Uso da fotografia em Sala de Aula com Prof. da rede municipal – EMEF, no SESC Belenzinho.

Foto: Sebastião Salgado/Amazonas images

 

 

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Exposição Olhar a toda prova

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Oficina de fotografia para professores

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HERANÇA COMPARTILHADA

“Há duas coisas que eu queria fazer. Eu queria mostrar as coisas que tinham que ser corrigidas e mostrar as coisas que tinham que ser apreciadas.” Lewis Hine.  Esta é a quarta edição do festival Herança Compartilhada. Em 2005, discutimos a questão africana; em 2007, a indígena; em 2010, a imigração do século XIX; e agora, em 2012, o tema gira em torno das imigrações recentes. Em todas elas houve uma ‘troca’ de fotógrafos entre Brasil e Estados Unidos. Neste, Marlene Bergamo foi a Nova York (EUA) e acompanhou famílias de porto-riquenhos, nicaraguenses, hondurenhos, chineses, coreanos no Bronx, Manhattan, Staten Island, Harlem. Por sua vez, Tyrone Turner veio a São Paulo e foi ao Brás, Glicério, Bom Retiro e Pari. Documentou angolanos, bolivianos, peruanos e coreanos. Ambos os fotógrafos, cada um com sua estética, e com o desafio de registrar atentamente como vivem os imigrantes contemporâneos, permitiu-nos perceber, por meio imagético, não só os outros, mas a nós mesmos e as diversas dimensões da nossa herança comum.

A fotografia documental passou por diversas fases desde o início do seu desenvolvimento. Marlene e Tyrone trazem em suas imagens as influências de distintos períodos deste gênero. No primeiro momento, a fase da ‘construção de opinião’ e ‘testemunha’, no registro dos reformistas: Jacob Riis, final do século XIX, mostrando as condições de moradia em Nova York, e Lewis Hine, 10 anos depois, com as famílias de imigrantes que chegavam a Ellis Island, e a questão do trabalho infantil. Passam pelo ‘humanismo francês’, onde o senso de valorização da figura humana e o papel da solidariedade entre os povos é figura central, até a linguagem híbrida deste gênero da fotografia, que permeia as discussões da autenticidade, da representação, e da evidencia.

Estas fotografias pretendem não apenas apresentar uma realidade existente, mas transcender e discutir questões de identidade, deslocamento e diversidade presentes na paisagem cotidiana, mas muitas vezes invisíveis. Cabe ao espectador decidir quais destas influências são mais fortes, quais podem deixar marcas, pois esta é uma das funções da fotografia, mover-nos, emocionar-nos, provocar a reflexão, onde a construção de um mundo mais justo, tolerante, pacífico e democrático seja para todos, inclusive para os imigrantes não documentados, para que eles tenham, desta forma, o pleno direito à saúde, ao trabalho e à educação de qualidade.

João Kulcsár

Curador

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Seminário Internacional de Metodologias Participativas Visuais

Local:
FCSH-UNL, Lisboa, 27 e 28 de julho de 2012
(Edifício ID, Sala Multiusos 2, Piso 4).

Este seminário internacional pretende debater o papel que as metodologiasvisuais participativas (fotografia, vídeo e outros) podem vir a assumir em contextos de investigação e de desenvolvimento comunitário com crianças e jovens. Esta é uma iniciativa que decorre do Projeto Olhares em Foco, uma parceria entre o Centro de Investigação Media e Jornalismo (CIMJ-FCSH/UNL) e o Centro de Estudos das Migrações e Relações Interculturais (CEMRI-UAb).

À organização deste evento associa-se uma parceria internacional, representadapelo Grupo de Pesquisas Visuais e Urbanas (VISURB), da Unifesp, que tem vindo a desenvolver no Brasil trabalhosde investigação neste terreno.

As metodologias visuais participativas visam,  genericamente, oferecer àqueles que geralmente são alvo das investigações acadêmicas e científicas uma série de ferramentas e competências para se expressarem visualmente, seja por vídeo, fotografia, pintura, desenho, graffiti.

Tais práticas têm servido, igualmente, como base metodológica para ações de intervenção social e desenvolvimento de competências em determinadas comunidades. Neste contexto a imagem adquire um papel extremamente significativo enquanto veículo de comunicação e de valorização de outros olhares. Todas as informações sobre o seminário estão no site: http://metodologiasvisuais.wix.com/seminario.

O seminário vai ser transmitido ao vivo pelo site do evento.

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Exposição Nasa – Muito Além da Visão

de 12 maio  a 15 de julho de 2012, a Caixa Cultural São Paulo, promove a inédita exposição “Nasa – Muito Além da Visão”, com curadoria por João Kulcsár. As fotos exibidas na exposição podem ser também conferidas no site Alfabetização Visual, através deste link.

 

São exibidas 25 fotografias tiradas pelo telescópio Hubble, lançado em 1990, e que possui lentes capazes de registrar diferentes comprimentos de ondas, como o raio-x, o raio gama e o infravermelho.

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Sobre Alfabetização Visual

Por que alfabetização visual 

A experiência, desenvolvida desde 1990, no trabalho com imagens, junto a diversos grupos e comunidades de baixa renda, aliada a formação de mestrado em artes pela Universidade de Kent, Inglaterra (1996/97), com bolsa do The British Council e da Fundação Vitae, e a atuação como professor visitante na Universidade de Harvard, Graduate School of Education, no Project Zero – Howard Gardner, resultou no trabalho de Alfabetização Visual, realizado por João Kulcsár.

O conceito, fruto da união de vivências e estudos, estendeu-se a uma série de novas ações e projetos. Entre eles, está o trabalho com crianças e jovens, visando a apropriação da linguagem visual para o desenvolvimento de um poder de análise crítica e expressão pessoal, além da capacitação de professores da rede pública e privada, estimulando nos mesmos a potencialização do uso de imagens em sala de aula, associado às diversas disciplinas do currículo regular.

Os projetos aqui reunidos e apresentados têm como objetivo mostrar a prática fotográfica usada como ferramenta para desenvolver a alfabetização visual, a habilidade de entender este sistema de representação, associado a possibilidade da livre expressão através da imagem.